Responsabilização
Salvaguarda e denúncias
A ASMU aplica uma política de tolerância zero face à exploração e ao abuso sexual. Qualquer pessoa pode denunciar, de forma confidencial.
Como denunciar
Qualquer pessoa — beneficiário, membro da comunidade, funcionário, voluntário ou parceiro — pode comunicar uma preocupação ou denunciar uma conduta indevida.
Correio electrónico: salvaguarda@asmu.org.mz Sede: Chimoio, Província de Manica
As denúncias podem ser feitas de forma anónima. O canal é gerido pelo Ponto Focal de Salvaguarda e o acesso é restrito.
Não é necessário ter provas para denunciar. Basta uma preocupação de boa-fé.
O que pode ser denunciado
- Exploração e abuso sexual por parte de pessoal, voluntários ou parceiros
- Abuso, negligência ou exploração de crianças
- Assédio, discriminação ou abuso de poder
- Fraude, corrupção ou desvio de recursos
- Qualquer conduta contrária ao Código de Conduta da ASMU
Compromissos
- Tolerância zero face à exploração e abuso sexual (PSEAH)
- Confidencialidade — a informação é partilhada apenas com quem tem de a conhecer
- Não retaliação — ninguém é prejudicado por denunciar de boa-fé
- Centrado no sobrevivente — as decisões respeitam a vontade, a segurança e a dignidade de quem denuncia
- Resposta atempada — cada denúncia é registada, avaliada e encaminhada
Enquadramento
A política de salvaguarda da ASMU segue as directrizes PSEAH do Comité Permanente Inter-Agências (IASC), as Normas Mínimas de Protecção da Criança em Acção Humanitária (CPMS) e o compromisso 5 da Norma Humanitária Essencial, relativo a mecanismos de denúncia acessíveis.
Todo o pessoal assina o Código de Conduta e a Política de Salvaguarda como condição de admissão, e recebe formação obrigatória antes do início de funções.
Mecanismos de denúncia dos beneficiários
Em todos os contextos de resposta humanitária, a ASMU opera Mecanismos de Denúncia e Resposta dos Beneficiários acessíveis e confidenciais, adaptados ao contexto e à língua local.